20 de ago de 2012

... DORES CAMUFLADAS EM SORRISOS...




Não precisei de muitas noites pra entender que balada não é minha “praia”. Acho que a minoria está naquele lugar pra apenas pra curtir a noite (como dizem). Muitas saem de casa escondendo na maquiagem o sofrimento que leva no peito. Outros carregando na roupa bonita a solidão, a ingratidão que recebe em casa ou a vida pacata que tem levado e que certamente, muitas coisas não têm dado certo. 

Tem muitas dores camufladas em sorrisos, tem muito amor lá no fundo pregado no peito. Tem muito nego aí, bebendo pra deixar mágoas. Tem muita mulher se oferecendo por que um cara não soube dar valor um dia. Tem muito descolado errando pra tentar acertar. Tem muita gente arrumada desarrumada por dentro. Tem muito malandro querendo um abraço. E vem drogas, cigarro, passadas de mão, beijos, cama, as vezes barriga e, quando não, “estou pronta (o) pra outra”.

Amigos? De balada? De cerveja? De drogas? Quer saber, sou chata demais pra isso e pra mim, o mundo tá cheio. Cheio de amigos por uma noite só. Sou careta demais. Sou boba demais. Sou minha demais. E hoje, eu peço que pelo menos um jovem se encontre com Jesus na porta de uma boate e volte pra casa de mãos dada com Ele, por que com Ele a balada é mais louca.


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